quarta-feira, 31 de março de 2010
Nem que me paguem quero ingresso
08 de julho
Nem que me paguem eu quero ingresso
08 de julho
Nem que me paguem eu quero ingresso
Uma amiga me disse "Nao adianta se eximir, tu também és culpada pelo Michael Jacson" Juro que nao, respondi. E fiquei, aqui, com a minha consciencia me perguntando, por que eu seria? Logo eu tao pelotense, logo eu tao "TFP", logo eu tao burguesa, no que eu seria culpada? Pobre coitado, nem homem nem mulher, nem gay era. Nao era adulto nem crianca, nem branco nem negro, nem ser humano nem Frankstein, um produto, isso que ele era. Mas um produto na cultura americana, nao um produto da cultura rural que represento. La na minha terra a imagem vale bem menos, ela e importante tambem, mas nao é tudo, a gente ainda presa o conteudo, a experiencia, a relacao. Elisabeth Rudinesco escreve em um artigo sobre o culto de si: Os Estados Unidos representam uma cultura do narcisismo ou culto de si que poe em primeiro plano uma visao da sociedade fundada na superestimacao da figura imaginaria de um sujeito desprovido de sentido histórico, atemporal, sem passado nem futuro; um sujeito limitado ao claustro de sua imagem no espelho. Um Narciso que vem substituir a figura de um Édipo soberano e ressentido. A cultura do Narcisismo é uma cultura na qual prevalesce o mito de uma humanidade sem interdito, sem diferencas, fascinada pelo poder ilimitado de seu eu. O Narciso nao pode aceitar a velhice, nem a transmissao genealógica, nem a identificacao com o sucesso do outro. Ele poe fim aos seus dias porque nao aceita perder o que os outros depois dele poderiam receber.
Rudinesco diz que se aceita com naturalidade a cultura do narcisismo que a cultura americana representa, uma nescessidade moderna de " auto-estima", se fala de disturbio de carater, de adicao, de toxicomanias e menos de amor, ciumes, inveja, traicao, sexualidade, isto é, as psicopatologias estao voltadas para aqueles centrados no eu e nao naqueles entre o eu e a relacao com o outro que deixa de existir nesses casos.
Em fim, comparar Michael Jacson com Elvis Presley é comparar um ladrao de galinhas com um estuprador, os dois eram loucos, mas Michael era profissional no assunto. Além disso, ele é um produto sim, mas que Deus nos ajude de uma cultura do narcisismo que nós, pobres terceiros mundistas, ainda nem amarramos as chuteiras. "Que Deus o tenha"
Rudinesco diz que se aceita com naturalidade a cultura do narcisismo que a cultura americana representa, uma nescessidade moderna de " auto-estima", se fala de disturbio de carater, de adicao, de toxicomanias e menos de amor, ciumes, inveja, traicao, sexualidade, isto é, as psicopatologias estao voltadas para aqueles centrados no eu e nao naqueles entre o eu e a relacao com o outro que deixa de existir nesses casos.
Em fim, comparar Michael Jacson com Elvis Presley é comparar um ladrao de galinhas com um estuprador, os dois eram loucos, mas Michael era profissional no assunto. Além disso, ele é um produto sim, mas que Deus nos ajude de uma cultura do narcisismo que nós, pobres terceiros mundistas, ainda nem amarramos as chuteiras. "Que Deus o tenha"
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